Impressionante é o modo como o vírus chamado H1N1 tem assolado nosso país. E não é para menos. O vírus, que causa a nova gripe, a gripe A, tem se espalhado por todo o Brasil. E aqui em Pernambuco não foi diferente. Qual a postura que um cidadão deveria tomar numa situação dessas? O que pensar de tudo isto? O que a tal gripe tem de diferente e o que devo esperar de mim mesmo?
O que devemos fazer é repensar nossas prioridades. Repensar nossas prioridades como cidadãos, como profissionais, mas, sobretudo, como pessoas que somos e com um objetivo a alcançar na vida. Essa gripe abalou o planejamento financeiro do país sendo necessários novos investimentos. Se, por um lado, foi diferente para o país, por outro, também nos atingiu direta ou indiretamente. Logo, não dá pra continuarmos do mesmo jeito. Precisamos, de fato, de um plano B.
O álcool em gel, e as máscaras, e o cuidado de não entrar em contato com aglomerações desnecessariamente é primordial e deve fazer parte de nossa rotina a depender da gravidade de contaminação em nossa região (nesse caso falo da máscara, e outros menos usados). Também o hábito de lavar sempre as mãos é necessário.
Tomadas essas preocupações, permita-me fazer-lhe alguns questionamentos: Pare um pouco e pense: Você poderia imaginar que algum dia veria, na sua cidade, e em todo o seu país, uma doença como esta? Prestem atenção: Escolas tiveram suas aulas suspensas, pessoas já morreram devido à nova enfermidade! Esse é o tipo de situação que, se pararmos para refletir, foge e muito do que achamos comum. Ora, não é todo o dia que nos deparamos com problemas de tamanha urgência e periculosidade, não é mesmo?
Mas isso não é tão incomum, acontece e tem acontecido sempre na história da humanidade, e mesmo hoje em dia com toda a nossa tecnologia. Muitos outros países têm enfrentado problemas assim, como os países do continente africano, com a Malária, e muitos outros. Nós é que deixamos passar sem darmos a mínima atenção (não todos, é claro!). Não quero agora que você comece a se compadecer dos outros países, que têm poucos recursos para investir em vacinas e remédios para a cura ou tratamento da doença. Isso já me deixaria muito feliz, mas é insuficiente.
O que quero deixar claro pra você é que todas essas coisas que estão acontecendo devem despertar um senso mais crítico sobre sua vida, seja qual for sua religião, espiritualidade, etc. Devem despertar em você uma vontade de reavaliar a sua vida para um sentido mais útil para o planeta, algo maior do que o seu próprio nariz. Sim! Por que não fazer isso? Tenha seu trabalho, família também, mas invista seu tempo também nas causas humanitárias, busque uma espiritualidade. Eu particularmente recomendo a Bíblia.
A vida humana é mais frágil do que pensamos, infelizmente. Mas não temos de pensar nisso. Temos, sim, de viver nossas vidas o mais intensamente possível. No sentido de Deus e do nosso próximo. Não creio que a verdadeira felicidade passe longe dessas coisas, embora eu respeite todas as opiniões diferentes dessa. Espero que os últimos acontecimentos tenham despertado em você essa reflexão sadia e livre de fanatismos religiosos. Que você esteja dando à sua vida um propósito pelo qual valha a pena lutar! Carpe sanctus diem!



1 comentários:
Preciso conversar com vc. Eu lhe vi no codigofonte.com.br
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